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O que é a Cirurgia para a Obesidade Mórbida ?

A cirurgia para o tratamento da obesidade surgiu no início de 1950. A idéia surgiu depois da observação, por um cirurgião americano, dos doentes que foram operados e retiraram o estômago (parte ou inteiramente) para o tratamento de um câncer ou mesmo de uma úlcera.
 

Observando esses pacientes após a cirurgia de retirada do estômago, ele concluiu que a maioria dos pacientes que eram obesos e apresentavam doenças associadas com o diabetes ou hipertensão, emagreciam e/ou controlavam suas doenças. Assim, surgiu a idéia de realizar uma cirurgia para diminuição do tamanho do estômago sem, no entanto, retirá-lo tendo em vista que o estômago, nesse caso, é normal. Surgia assim a gastroplastia redutora para o tratamento da obesidade. A gastroplastia é uma cirurgia completamente reversível por não retirar nenhum órgão do paciente, apenas são criados desvios para “enganar” o organismo do indivíduo obeso.

Ao longo desses 60 anos de cirurgia da obesidade comprovamos a eficácia e segurança do procedimento. E um extraordinário avanço foi o surgimento da cirurgia vídeo-laparoscópica.A possibilidade de se realizar cirurgias bariátricas através da técnica de vídeo-laparoscopia tornou a cirurgia mais segura e incomparavelmente mais confortável aos pacientes,do que a cirurgia feita de barriga aberta. Não há corte ou afastamento da musculatura da parede abdominal (da barriga) o que favorece o retorno precoce para as atividades diárias assim como para a prática de atividades físicas.

Nas últimas quatro décadas muitas operações contra a obesidade foram desenvolvidas, porém apenas algumas apresentaram sucesso. O sucesso da cirurgia contra a obesidade é guiado por dois objetivos principais. O primeiro é a intensidade e duração na perda do peso que ela determina. O segundo são os baixos e aceitáveis índices de complicações operatórias em curto e longo prazo. De maneira geral, cirurgias que determinam uma grande e duradoura perda de peso são acompanhadas de maior incidência de dificuldade de adaptação. Assim, o tipo, o risco e o benefício de cada procedimento devem ser avaliados de forma criteriosa e cuidadosamente individualizado a cada paciente. Grandes esforços devem ser feitos para motivar os candidatos à cirurgia e mantê-los motivados no pós-operatório. Isso se inicia com uma boa preparação e educação pré-operatórios completando com uma correta escolha de opção cirúrgica que deve ser claramente entendida pelo paciente.

Em 2003, um excelente estudo médico foi feito observando a sobrevida de mulheres obesas graves após serem operadas pela gastroplastia com “bypass" intestinal comparando com mulheres submetidas a programas de exercícios físicos e dietas. Esse estudo concluiu que, apesar dos riscos, a gastroplastia com “bypass" intestinal, aumenta claramente a expectativa de vida em mulheres obesas graves quando se compara com mulheres também obesas graves submetidas a programas de dieta e exercícios físicos. Isso não é difícil de entender, pois a perda e manutenção do peso de obesos graves submetidos a tratamento clínico é extremamente frustrantes, ou seja, dificilmente deixa de serem obesos graves com o tratamento clínico.

A cirurgia contra a obesidade difere de outras cirurgias por ser uma cirurgia comportamental. Assim, a seleção dos pacientes é criteriosa determinando uma exigência bem maior que outras cirurgias. A educação pré e pós-operatório determina o sucesso da cirurgia contra a obesidade.

A cirurgia contra a obesidade não determina a cura da obesidade. Ela pode determinar a perda e manutenção do peso, melhorando e curando a maioria das morbidades relacionadas à obesidade (como o diabetes, hipertensão, problemas com colesterol, triglicérides, apnéia do sono...). Reduz também, o risco de uma morte prematura e evitável, além de melhorar a qualidade e expectativa de vida no pós-operatório.
 

 



 
     
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