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Quais os tipos de operações para obesidade mórbida?

Existem basicamente três técnicas cirúrgicas para o tratamento da obesidade. A técnica restritiva; a má absortiva e uma que combina as duas técnicas que é chamada de mista.

A técnica restritiva restringe o volume de alimento que o paciente ingere pela redução do volume do estômago. As más absortivas são técnicas que determinam uma diminuição da absorção de nutrientes determinada pelo desvio (“bypass”) do intestino delgado.

A técnica mundialmente aceita como referência e padrão no tratamento da maioria dos obesos é a combinação da restritiva com a má absortiva, chamada de técnica mista. A técnica mista padrão é a gastroplastia redutora com “bypass” intestinal. São chamadas de gastroplastia porque muda o tamanho e a forma do estômago, reduzindo o seu volume para cerca de 30 ml. O “bypass” é um desvio controlado no intestino delgado. Atualmente 85% das cirurgias realizadas no mundo são a gastroplastia redutora com “bypass” intestinal. Essa cirurgia pode ser feita com ou sem o Y de Roux. O Y de Roux é uma emenda entre regiões do intestino delgado fazendo com que as enzimas digestivas se encontrem com os alimentos depois da emenda do intestino com o estômago. Na prática a cirurgia SEM o Y de Roux é mais simples e rápida, além de eliminar uma emenda entre dois segmentos de intestino delgado, o que teoricamente reduz a morbidade da cirurgia. Ambas tem a mesma eficiência em relação a perda de peso.


 

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Outra combinação de restritiva e má absortiva são as técnicas de “duodenal switch” e a de Scopinaro. Nesse tipo de cirurgia a pessoa é capaz de comer um maior volume de alimentos, pois o estomago fica maior, mas a absorção dos alimentos é bem menor. Se por um lado é vantagem poder comer mais, por outro há uma maior tendência a diarréias, gases com odores fétidos e eventualmente uma maior tendência a desnutrição.


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Uma técnica puramente restritiva é a técnica de gastrectomia tipo “Sleeve”. Essa cirurgia causa uma redução do volume do estômago para cerca de 120-150 ml, com retirada da outra parte. Elimina-se cerca de 85 % do volume do estômago. Ela promove a perda de peso através da limitação da ingestão de alimentos e diminuição da sensação de fome.

Essa técnica tem uma grande vantagem sobre as outras, pois não causa uma má absorção intestinal de alimentos. Isso acontece, pois nessa cirurgia não se faz o desvio intestinal (“bypass”) no caminho normal dos alimentos.

É uma técnica irreversível, porém muito interessante para pacientes super-obesos (IMC > 50 Kg/m2) que necessitam perder peso para depois se submeterem a uma cirurgia de maior porte. O objetivo da cirurgia em duas fases é fazer a cirurgia para perda de peso de maneira mais segura para esses pacientes de alto risco, muitas vezes candidatos inaceitáveis para uma cirurgia única, combinado restrição e má absorção.A perda de peso, geralmente, não chega aos índices das cirurgias anteriores, mas o suficiente para melhorar a saúde desses pacientes.Os pacientes que se submetem ao procedimento tipo Sleeve como um procedimento da primeira fase perdem cerca de 30 a 50% do seu excesso de peso corporal durante os próximos seis a doze meses antes de continuar com a segunda cirurgia. Esta perda de peso inicial irá torná-lo mais seguro para prosseguir com a segunda fase do processo, que envolve a mudança de itinerário no intestino delgado (“bypass”). A data da segunda fase da cirurgia vai depender da taxa de perda de peso após a cirurgia.

Tem ainda boa indicação em pacientes com índice de massa corpórea inferior a 40 não diabéticos, previamente analisados e selecionados por uma equipe multidisciplinar. Embora os resultados em longo prazo ainda não estão disponíveis, em curto prazo os resultados da perda de peso têm sido muito favoráveis, principalmente em pacientes com baixo IMC (IMC 35 a 45). Esses pacientes podem conseguir uma perda de peso de 60 a 70% superiores em 2 anos


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