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Exames
 
 

Manometria esofágica

Introdução

Cerca de 30% dos pacientes com Doença do Refluxo apresentam endoscopia negativa, ou seja, sem achado conclusivo. Para estes casos foram desenvolvidos novos exames, recentes em nosso país, colaborando de maneira decisiva para o correto diagnóstico e tratamento destes pacientes. São os chamados exames de Motilidade Digestiva que são a manometria e a pH-metria esofágica.

Trata-se do registro das pressões intraluminais dos esfíncteres iferior e superior do esôfago e do corpo esofágico, que é útil na avaliação de disfagias não obstrutivas e/ou dor torácica não-cardíaca.

O registro manométrico foi inicialmente obtido a mais de um século, mediante o emprego de balões. O uso clínico do exame manométrico iniciou-se há cerca de 40 anos. Avanços tecnológicos no decorrer dos anos possibilitaram, mais recentemente, acrescentar equipamentos e programas computadorizados, o que entre outras razões, fez com que o exame manométrico fosse incorporado à prática clínica.

Esse exame avalia o funcionamento das 3 partes do esôfago: Esfíncter Esofágico Superior, Corpo Esofágico e Esfíncter Esofágico Inferior, determinando se existe ou não disfunções na passagem da onda de contração que impulsiona o bolo alimentar em direção ao estômago (onda peristáltica).
O exame é completamente indolor e realizado com a passagem de uma fina sonda pela narina, alcançando todas as porções esofágicas.
Este método também é indicado para o esclarecimento diagnóstico de outras doenças que podem acometer o esôfago, como veremos abaixo.

Uso da Manometria Esofágica na Doença do Refluxo Gastroesofágico

 O estudo manométrico do esôfago propiciou melhor entendimento de vários fatores envolvidos na fisiopatogênese da DRGE tais como: funcionalidade e posicionamento do esfíncter inferior do esôfago (EIE) , importância do poder de clareamento esofágico. Entretanto, sua utilização ficou por muitos anos restrita à pesquisa científica, pois o alto custo dos equipamentos, e a maneira complexa de funcionamento dos mesmos, dificultavam a sua utilização na prática clínica. Tal situação foi revertida pelo advento da informática, que viabilizou o estudo manométrico do aparelho digestivo tanto para pesquisa científica, quanto para prática clínica diária.

As indicações mais importantes da manometria esofágica na DRGE , na prática clínica, são:

  1. caracterização de parâmetros preditivos de dificuldade no controle clínico do paciente. Sabe-se que cerca de 50% dos portadores de DRGE tem necessidade de tratamento clínico prolongado para manterem-se oligo ou assintomáticos. O tônus do esfíncter inferior do esôfago tem-se mostrado um bom parâmetro preditivo de evolução pois, pacientes que apresentam hipotonia acentuada, ou posicionamento anormal, do esfíncter inferior do esôfago tendem a ter necessidade de tratamento clínico prolongado para manterem-se sem sintomas. Não advogamos que a simples observação de hipotonia acentuada do esfíncter deva ser critério isolado de indicação de tratamento cirúrgico, mas consideramos lícito informar ao paciente em tal situação sobre a sua alta probabilidade de dependência de controle clínico prolongado, apresentando-lhe a opção do tratamento cirúrgico;

  2. recomenda-se a realização de manometria esofágica nos pacientes com DRGE onde exista suspeita clínica, ou baseada em outros exames, de afecção associada que comprometa a motilidade esofágica (ex: colagenoses - em especial Esclerose Sistêmica Progressiva - e afecções decorrentes de denervação esofágica) para adequado planejamento terapêutico. Tal lembrança é especialmente importante nos pacientes para os quais deseja-se indicar o tratamento cirúrgico da doença.


 Em resumo, as indicações para a realização do exame são:

- Estabelecer o diagnóstico em casos de suspeita de acalasia (dificuldade de engolir) ou espasmo esofageano difuso;

- Detectar alterações motoras do esôfago associadas às doenças sistêmicas;

- Colocação de aparelhos intraluminares, como sensores da Phmetria de 24h;

- Avaliação pré-operatória da função peristáltica em pacientes nos quais se considera a possibilidade de cirurgia anti-refluxo;

- Fazer ou confirmar o diagnóstico de condições associadas ou preditivas de complicações da Doença do Refluxo Gastro-Esofágico (DRGE);

- Auxilia na realização de diagnóstico de problemas como queimação e azia, e outras como tosse, doenças de garganta persistentes, asma, afonia, etc...

 

PREPARO PARA EXAMES DE MANOMETRIA ESOFÁGICA :

- Jejum absoluto de 6 a 8 horas antes do exame (nem mesmo beber água)

- Trazer exames realizados anteriormente como: raios-X, endoscopia e outros

- Suspender medicamentos para o estômago sete dias antes do exame, tipo: Cimetidina, Ranitidina, Omeprazol, Lansoprazol, etc...

- Chegar com antecedência de 10 min.

- Após a colocação do aparelho de Ph, não poderá tomar banho por 24h

 

 
     
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